Corrida de Drones no Brasil , batidas e destruição é normal , se tornando assim um esporte bem caro


 


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batidas e destruição é normal , se tornando assim um esporte bem caro

ta gente que chega à Campus Party 2017 acaba distraindo antes mesmo de entrar no saguão principal. Na Open Campus, área aberta do evento, o visitante dá de cara com o circuito do primeiro campeonato brasileiro de corrida de drones, repleto de aros luminosos cercados por telas protetoras com pequenas aeronaves disputam o menor tempo para passar por eles. Assista ao vídeo acima.
Veja a cobertura completa da Campus Party no G1.
Neste ano, o evento de tecnologia, ciência e cultura nerd irá acontecer entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro, novamente no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
São 32 participantes na competição, organizada pela Mirante Labs, um laboratório que foca no desenvolvimento de drones e de toy design. Com idades que vão desde 15 anos a 70 anos, eles são em sua maioria homens de São Paulo — apenas duas mulheres, uma delas mexicana, e somente sete de fora do Estado.
Até sexta-feira (3), o trajeto está aberto para treinos livres. A competição começa pra valer no sábado (4), às 14h. Nas corridas, a ideia é passar pelo trajeto marcado pelos portões luminosos no menor tempo possível, enquanto disputa com um adversário. Quem perder está fora. O vitorioso passa para a próxima fase.
“Escolhemos uma pista que depende mais da habilidade do que da velocidade”, explica um dos organizadores, Pedro Febroni. Segundo ele, o período de treino serve para que os pilotos conheçam o trajeto, além de poderem acertar os últimos detalhes de seus veículos. Nesse tempo, eles podem determinar limites das aeronaves, como o de velocidade, que podem ser determinantes para o sucesso.
É difícil ignorar o barulho agudo dos motores dos drones, e, principalmente o grito do participantes quando um deles cai no chão ou enrosca em algum dos portões, que fazem parte do trajeto. “Batida e destruição faz parte”, diz o piloto e organizador Rafael “Spook” Paiva, responsável por desenhar o trajeto.

Aos 35 anos, ele conta que começou a treinar a apenas um ano e meio, mas já participou de seis competições internacionais — e ganhou duas delas. Tanto que deixou para trás a vida de produtor de vídeos e fotógrafo para se dedicar à corrida competitiva de drones.
“Eu treino de três a quatro horas por dias, de segunda a segunda”, diz. “Então é isso, quem se interessar pelo drone, basta se dedicar de verdade, treinar duro. Como qualquer esporte competitivo, é preciso muita dedicação.”

Fonte: G1

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