Em visita surpresa, prefeito descobre atraso de três médicos em UPA Leblon

O prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad, visitou a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Leblon no final da manhã deste domingo (12), para mais uma visita surpresa e constatou que três dos sete médicos da escala de plantão, chegaram 40 minutos atrasados. Os mesmos terão que apresentar justificativas.

Na ocasião, o chefe do executivo municipal ressaltou que ele está colocando a cidade nos eixos e uma das coisas é fazer com que os médicos estejam em seus locais de trabalho e no horário determinado. “Esta é a UPA mais nova da cidade e assim como as outras vamos cobrar comprometimento”.

O coordenador de urgências do município, Yama Higa, contou que os três que chegaram atrasados terão que apresentar justificativas e se não for comprovado motivo do atraso, será descontado os minutos que chegaram após o previsto.

“Temos uma tolerância de até 15 minutos, como todo local, mas quando sabemos que o profissional está de plantão em outro local, a gente da um desconto e aguarda até uma meia hora, desde que devidamente justificado. Caso contrário, ele tem o dia descontado ou como um dia de hoje, não recebe o plantão”.

Outro caso

Na última sexta-feira (10), conforme noticiou o Jornal Midiamax, a foto de um médico viralizou pelo fato de esta sentado em meio a vários pacientes no CRS (Centro Regional de Saúde) do Nova Bahia. No registro e denuncia feita, o profissional estaria de pernas para cima enquanto diversas pessoas esperavam atendimento.

O prefeito foi até a unidade para averiguar a situação e no local a gerente do CRS, Regina Vargas, explicou que a imagem foi feita na última quarta-feira (8), mas que o médico é pediatra, já havia atendido 20 crianças e não tinha mais consultas naquele momento.

Nesse domingo, Trad afirmou que toda documentação que comprova que o médico já havia atendido os pacientes que estavam a sua espera, que quem aguardava era adulto, sendo ele pediatra, assim como testemunhas de que seu trabalho já tinha sido feito foram levadas para a administração da prefeitura. Dessa forma, Marquinhos disse que o caso está na área administrativa, que irá decidir se abrirá sindicância ou não.

FONTE: Midiamax

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