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LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO (LES)

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LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO (LES)

Por Alcides Ramos

 

As mulheres são as principais vítimas dessa doença autoimune. Este artigo visa esclarecer quanto as causas, os sintomas e os tratamentos disponíveis contra o problema.

  1. O que é lúpus? O LES (ou simplesmente Lúpus) é uma doença inflamatória crônica autoimune, caracterizada por um desequilíbrio imunológico no qual as células de defesa, originalmente programadas para nos defender, acabam por atacar e causa inflamações em tecidos e órgãos.
  2. Quem pode ter lúpus? Pessoas de qualquer idade e sexo podem ser acometidas do LES, porém é mais comum o surgimento da doença em mulheres (9 em cada 10 casos, conforme pesquisas conduzidas pelo Hospital das Clínicas de São Paulo) com idade entre 20 e 45 anos.
  3. O que causa o lúpus? Embora o LES seja de causa desconhecida contribuem para o seu desenvolvimento fatores genéticos, hormonais e ambientais (irradiação solar, infecções virais ou por outros micro-organismos).
  4. Quais são os sintomas do Lúpus? Os sintomas do LES são diversos e variam em intensidade de acordo com a fase de atividade ou remissão da doença. É muito comum que a pessoa apresente manifestações gerais como cansaço, desânimo, febre baixa (raramente pode ser alta), emagrecimento e perda de apetite.

As manifestações clínicas mais frequentes são:lupussss

  1. a) Lesões de pele: ocorrem em cerca de 80% dos casos. As lesões mais características são manchas avermelhadas nas maçãs do rosto e dorso do nariz, denominadas lesões em asa de borboleta (a distribuição no rosto lembra uma borboleta) e que não deixam cicatrizes.
  2. b) Dores articulares: a dor com ou sem inchaço nas juntas ocorre, em algum momento, em mais de 90% das pessoas com LES e envolve principalmente as juntas das mãos, punhos, joelhos e pés.
  3. c) A inflamação das membranas que recobrem o pulmão (pleuris) e coração (pericardite) são relativamente comuns, podendo ser leves e assintomáticas, ou, se manifestar como dor no peito.
  4. d) Inflamação nos rins (nefrite): é uma das mais preocupantes e ocorre em cerca de 50% das pessoas com LES. No início pode não haver qualquer sintoma, apenas alterações nos exames de sangue e/ou urina. Nas formas mais graves, surge pressão alta, inchaço nas pernas, a urina fica espumosa, podendo haver diminuição da quantidade de urina. Quando não tratada rapidamente e adequadamente o rim deixa de funcionar (insuficiência renal) e o paciente pode precisar fazer diálise ou transplante renal.
  5. e) Alterações neuro-psiquiátricas: essas manifestações são menos frequentes, mas podem causar convulsões, alterações de humor ou de comportamento (psicoses), depressão e alterações dos nervos periféricos e da medula espinhal.
  6. f) Sangue: as alterações nas células do sangue são devido aos ataques dos anticorpos contra estas células, causando sua destruição, apresentando sintomas variáveis.
  7. Como é feito o diagnóstico? O diagnóstico é feito através do reconhecimento pelo médico de um ou mais dos sintomas acima. Anamnese e exames comuns de sangue e urina são úteis não só para o diagnóstico da doença, mas também para definir se há atividade do LES.
  8. Como se trata o lúpus? O tratamento da pessoa com LES depende do tipo de manifestação apresentada e deve, portanto, ser individualizado. Devem ser incluídos medicamentos para regular as alterações imunológicas do LES, e outros para controlar as alterações que a pessoa possa apresentar, em consequência da inflamação causada pela doença como hipertensão, inchaço nas pernas, febre, dor, etc.
  9. Quanto tempo dura o tratamento? As pessoas portadoras de LES necessitam de um acompanhamento prolongado, mas isso não quer dizer que a doença vai estar sempre causando sintomas, ou impedindo o paciente de viver, normalmente, sua vida, trabalhar fora ou cuidar dos filhos e da casa.

A medicação sem o acompanhamento de um profissional da saúde pode causar danos ao paciente.

O LES é também considerado uma patologia psicossomática, pois além de apresentar fatores orgânicos, tem a questão emocional como um fator de exacerbação do quadro clínico.

A Microsemiótica Irídea, juntamente com a Terapia Flor de Íris, contribui para a melhora do paciente com LES, promovendo equilíbrio emocional e orgânico.

Alguns Produtos sugeridos no caso de LES: Cogumelo Real Composto Flor de Íris – auxilia o organismo humano na prevenção de diversas patologias;  Floral Flor de Íris Seiva do Amazonas -; Essencia Reviva – Regenerador do organismo, auxiliar em problemas crônicos e degenerativos; Floral Flor de Íris Oxigem-plus – Recupera e ativa o sistema imunológico desintoxicando, ativa e limpa a corrente sanguínea; Terapia Portal do Tempo – Desbloqueia traumas pendentes e energias negativas, promovendo a libertação, bem estar, coragem e alívio.

Referencias:

Sociedade Brasileira de Reumatologia

Centro Havid

Obs.: Materia Publicada na Revista Portal Natural – 4ª Edição

Alcides Ramos

Campo Grande – MS

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